segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Anatomia da mensagem visual

Os seres humanos expressam-se e recebem mensagens visuais em três níveis que são:
- Representacional;
- Abstracto;
- Simbólico;

-Definição de cada um.

-Representacional – é aquilo que vemos e identificamos com base no meio ambiente e na experiência.

-Abstracto – a qualidade cinestésica de um fato visual reduzido a seus componentes visuais básicos e elementares, enfatizando os meios mais directos, emocionais e mesmo iniciais da criação de mensagens.

-Simbólico – o universo de sistemas de símbolos codificados que o homem criou sem saber e ao qual atribuiu significados.
Mas há uma coisa importante entre estes níveis, é que eles estão interligados e se sobrepõem, mas no entanto é possível distingui-los, logo eles podem ser analisados em termos de seu valor como táctica potencial para a criação de mensagens quanto em termos da sua qualidade no processo da visão.

-Representação

A representação é a experiencia visual básica e predominante. Por exemplo um pássaro é identificado de uma forma geral e de características lineares e detalhadas, em termos representacional os pássaros inserem em classificações individuais, e o conhecimento de cor, proporção, tamanho, movimento e sinais específicos é necessário para poder distinguir uma gaivota de uma cegonha.
Desde a invenção da câmara escura que permitiu chegar através do cinema e da fotografia o efeito poderoso e enorme da lente veio implantar na nossa sociedade. Da câmara aos meios de comunicação de massa, tem-se verificado uma lenta mas firme progressão de meios técnicos para fixar e conservar a imagem, para mostrar a toda a gente.
Através da fotografia é possível, então, fixar um pássaro no tempo e espaço, e também uma pintura realista pode produzir um efeito semelhante.

-Abstracção

Este processo vai deixar de lado os detalhes irrelevantes e enfatizar os traços distintivos e enfatizar os traços distintivos. O processo de abstracção é também um processo de destilação, reduz os factores visuais múltiplos aos traços mais essenciais e característicos daquilo que está a ser representado, os detalhes estáticos e o acabamento mais rigoroso são ignorados.

-Simbolismo

O universo de sistemas de simbolismo de codificações que o homem criou sem querer e o qual atribuiu significados. A abstracção voltada para o simbolismo requer simplificação radical, a redução do detalhe visual a seu mínimo irredutível. Para ser eficaz, um símbolo não deve apenas ser visto e reconhecido, deve também ser lembrado, e mesmo reproduzido. O símbolo deve ser simples e refere-se a um grupo, ideia actividade comercial, instituição ou partido político.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Percepção Visual

Unidade 1
Proporção - A proporção é constituída por linhas compositivas primárias que são diagonais, e as perpendiculares são baixadas dos vértices e implantam a proporção, depois temos as secundárias, estas são paralelas.

Equilíbrio – O equilíbrio, é um estado no qual as forças agem sobre um corpo, podem compensar-se mutuamente.
O equilíbrio é conseguido através de duas forças de igual resistência que puxam em direcção opostas.

Contraste- O contraste é expresso pela sua forma de expressão, pelo meio de reforçar o significado. Os objectivos do contraste são a auxiliação numa organização de informações.


Elementos básicos da comunicação visual

Ponto- o ponto é a unidade de comunicação visual mais simples.Dois pontos são instrumentos úteis para medir o espaço. aprendemos a utilizar o ponto como sistema de sinal ideal, quando os pontos se ligam, em grande número e justapostos, os pontos criam a ilusão de tom ou de cor, quando os pontos estão próximos entre si torna-se impossível identificá-los individualmente, aumenta a sensação de direcção, e a cadeia de pontos transforma-se em outro elemento visual distintivo: a linha 
Linha-Nas artes visuais, a linha tem, uma enorme energia. Nunca é estática, é um elemento visual inquieto e inquiridor do esboço. A linha é muito usada para descrever essa justaposição, trata-se de um procedimento artificial.
Textura- A textura é o elemento visual que com frequência serve de substituto para as qualidades de outro  sentido, o tacto. 
Plano- Possui comprimento e largura, não possui espessura, tem posição e direcção e ainda pode definir os limites externos de um volume.



Alfabeto Visual

Linha- A linha é uma marca contínua ou com aparência contínua. Quando é taçada com ajuda de qualquer instrumento sobre uma superfície, chama-se linha gráfica e é o sinal mais instável, pois pode sugerir ritmo ou movimento, comunicar sensações ou movimentos.

Superfície e textura – Uma superfície aparentemente lisa pode se mostrar, vista por meio de uma lente, com outra personalidade: enrugada, crespada, ondulada …

Luz, sombra e volume - Quando há luz, há sombra, o contraste entre luz e sombra é chamado de efeito claro escuro. Os artistas utilizaram estes efeitos por meio da técnica do esfumato que dá a pintura ás graduações
estabelecidas pela luz.

Noção de Percepção Visual

Percepção visual, é uma formas de percepção associadas aos sentidos. E o produto final da visão consisti na habilidade de revelar a luz e ver as consequências do estímulo luminoso, do ponto de vista agradável e lógico.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A industralização e organização industrial do séc XVIII e XIX, o movimento das Arts and Crafts

Arts and Crafts surgiu em Inglaterra no século XIX (1850 - 1900), e propunha-se defender os estudos tradicionais e requalificar o artesanato, passado para segundo plano a industrialização.
O ultimo movimento que foi realizado defendia um modelo de fabrico no qual o artesão se ligava à criação e manufactura do objecto.
Foi influenciado pelas ideias do romântico John Ruskin e liderado pelo socialista e medievalista William Morris.

O cinema Expressionista alemão

O Expressionismo, cuja origem remonta a fortes evidências em Van Gogh. O expressionismo alemão, estendeu-se pelo cinema, a pintura e caracteriza-se pela distorção da imagem. O expressionismo, nasceu na Alemanha no ano de 1919, e surgiu e contribuiu para reflectir posições contrárias ao racionalismo moderno e ao trabalho mecânico, através de obras que combatiam a razão com a fantasia, a arte ultrapassava os limites da realidade, tornando-se uma expressão pura da subjectividade psicológica e emocional.
Com “O gabinete do Dr. Caligari”, de Robert Wiene, “Nosferatu”, de Friedrich Wilhelm Murnau, uma nova forma de cinema surge, com temas sombrios de suspense policial e mistério em um ambiente urbano, personagens bizarras e assustadores, uma distorção da imagem devido a uma excessiva dramaticidade tanto na actuação quanto na maquilhagem e cenografia fantástica de recriação do imaginário humano.